Automação de testes e CI
Uma suíte de regressão em que um release manager pode confiar — cobertura decidida por risco, evidência em cada falha e um gate verde que realmente significa algo.
#O que eu construo
Automação de testes E2E
Playwright ou Cypress com Page Object Model, fixtures, trace-on-retry e quatro reporters.
Pipeline de CI/CD + integração
Execuções paralelizadas, retenção de artefatos, checks obrigatórios — um badge verde que significa algo.
Estabilização de testes instáveis
Faixa de quarentena, política de retry, correções de isolamento, triagem semanal — o vermelho volta a ser um sinal real.
Certificação em dispositivos móveis reais
Certificação end-to-end em dispositivos reais — os fluxos sobre os quais um simulador mente.
Baselines de performance
Baselines de carga com k6 no caminho crítico, com orçamentos integrados ao CI.
Auditorias de acessibilidade
WCAG 2.2: teclado, semântica para leitores de tela, contraste, reduced-motion — com uma lista de correções priorizada.
#A disciplina
A cobertura segue um modelo de risco, não quem escreveu os testes por último. Cada falha chega com um trace e um screenshot, então a triagem é ler evidência, não uma caça ao tesouro. E o flake é tratado como um bug de primeira classe — porque quando o vermelho é ruído, o time aprende a ignorá-lo, e a regressão real passa despercebida.
Trace-on-retry e os artefatos são o padrão, não uma ideia de última hora — então uma falha no CI vem com tudo o que você precisa para depurá-la:
export default defineConfig({
retries: process.env.CI ? 2 : 0,
use: { trace: "on-first-retry", screenshot: "only-on-failure" },
reporter: [["html"], ["junit", { outputFile: "results.xml" }], ["list"]],
projects: [ { name: "desktop" }, { name: "mobile" } ],
});